Americana misteriosa dá vida virtual ao lulu-da-pomerânia, sucesso no Facebook que agora lança livro e dá entrevista
Livro sobre dia a dia de Boo chega às prateleiras americanas nas próximas semanas
J.H. Lee vive nos Estados Unidos e mais de si não fala, porque não gosta de aparecer. Mas gosta de mostrar seus cachorros. Em especial um deles, o lulu-da-pomerânia Boo, de cinco anos. As pessoas também gostam de ver Boo – mais de 7 milhões delas já expressaram sua aprovação curtindo a página no Facebook que mostra fotos do dia a dia do bichinho, com direito a poses e trocas de figurino.
Tanto carisma – em parte creditado à bem-sucedida tosa, diferente do corte tradicional da raça – rendeu a ele, além do status de celebridade da internet, o título de “cachorro mais fofo do mundo”. Rendeu também um contrato editorial – nas próximas semanas, a Chronicle Books lança nos Estados Unidos o primeiro livro de Boo. Com o título de “Boo: The Life of the Cutest Dog in the World”(ou “A vida do cachorro mais fofo do mundo”), o livro mostra, principalmente, fotos da fofura anunciada no título e descrições cotidianas.
O livro é assinado pela dona de Boo. Mas na publicação, assim como a página do Facebook que deu origem à celebridade, tudo é contado pelo cãozinho, em primeira pessoa. E foi também assim que o iG entrevistou o cachorro mais fofo do mundo.
Dormir até tarde é um hábito que Boo tem - e procura em uma companheira
iG: Como você se sente sendo um cachorro escritor?
Boo: Me diverti fazendo o livro, especialmente posando para as fotos! Precisei de ajuda na hora de escrever, porque não consigo digitar nem usar o mouse. Minha humana digitou tudo, mas eu escolhi o que entrava ou não no livro.
iG: Sobre o que é seu livro? Boo: Sobre coisas que eu faço no dia a dia. Meus amigos do Facebook aparentemente amam as fotos que nós postamos mostrando minhas idas ao parque, ou minhas trocas de roupa e até brincando pela casa. Acho que muitos deles visitam minha página quando estão trabalhando e gostariam de estar em casa se divertindo como eu.
iG: Em idade humana, você teria 35 anos. O que faz para manter a aparência tão jovem? Boo: Tento comer bem e me exercitar, mas, acima de tudo, gosto de me divertir! Acho que, se você arrumar tempo para um pouco de diversão todos os dias, vai se sentir e ter uma aparência melhor.
A vida de celebridade mudou a rotina de Boo - mas só um pouquinho
iG: Nossas repórteres de beleza estão ansiosas para saber mais sobre seu pelo. Como você cuida dele? Boo: Meu penteado me deixa fresquinho no verão e é fácil de ser escovado pela minha humana. Vou ao salão mais de uma vez por mês para cortar. Meu cabeleireiro é um gênio!
iG: Seu corte é diferente do de outros cães de sua raça, e faz você se destacar. O que você acha das tosas padronizadas? Acha que os animais deveriam ter mais liberdade para escolher seus estilos? Boo: Quando eu era filhote, precisei fazer uma cirurgia e cortaram meu pelo. Me senti muito mais leve, fresco e livre. Também ficou mais fácil para usar minhas roupas favoritas. Então pedi a minha humana para continuar com meu pelo curtinho. Meu amigo Buddy, que também é um lulu-da-pomerânia, gosta de ter o pelo longo. É bem macio e as pessoas adoram fazer carinho. Nós temos estilos diferentes, mas somos felizes com eles. E é assim que deveria ser para todos os cachorros.
O cortes de cabelo de Boo e Buddy são bem diferentes, apesar de serem da mesma raça
iG: Por que você acha que tem tantos amigos e “curtir” no Facebook? Boo: Ter tantos amigos ao redor do mundo me deixa muito feliz. Às vezes eles me dizem que eu alegro o dia deles ou os faço felizes também. Isso é muito bom para um cachorro – nós amamos fazer as pessoas felizes! Acho que as pessoas são atraídas por aqueles que aproveitam a vida, e eu aproveito a minha.
iG: Tornar-se uma celebridade mudou sua rotina? Boo: A fama mudou minha rotina um pouquinho. Agora tenho um monte de emails de fãs para responder, então tento fazer isso algumas vezes por semana. Às vezes, as pessoas me reconhecem na rua e me param para dizer “oi”. Fora isso, sou livre para passar o tempo brincando com minha humana e meu amigo Buddy.
Boo adora usar roupas, e espera que sua futura namorada não se importe
iG: Você é solteiro? Pensa em casar e ter filhotes? Boo: No momento, sou solteiro, sem planos de casar ou ter filhotinhos. Por enquanto, gosto apenas de me divertir.
iG: Qual é seu tipo de cachorrinha? Boo: Eu gostaria de conhecer uma lulu-da-pomerânia ou outra cachorrinha pequena que goste de dormir até tarde, brincar e que não se importe de eu gostar de usar roupas.
iG: Se você tivesse um animal de estimação, qual seria? Boo: Eu tenho um pato de brinquedo que gosto de apertar, mas minha humana diz que eu não poderia fazer isso com um pato de verdade. Uma pena.
Boo gostaria de ter um pato de estimação de verdade - se pudesse apertar
iG: As pessoas fazem alguma coisa que te irrita? Boo: Às vezes as pessoas me conhecem e querem me pegar no colo imediatamente. Eu prefiro que eles se apresentem antes e me deixem cheirar sua mão antes de me abraçar. Mas, depois, adoro receber atenção.
iG: Você pensa em visitar o Brasil? Boo: Tenho muitos amigos brasileiros no Facebook e eles escrevem comentários em sua linda língua portuguesa. Deve ser um país onde amam cachorros! Não sei se um dia irei ao Brasil, mas os brasileiros têm um lugar especial no meu coração.
Ter um animalzinho de estimação exige diversos tipos de cuidados e muita atenção para que o animalzinho não apresente comportamento compulsivo.
A compulsão em animais pode ocorrer por diversos motivos como stress, ansiedade, tédio e até mesmo fatores genéticos, por isso, é importante observar se seu animalzinho de estimação apresenta ou não comportamentos estranhos, e se esses podem ou não ser compulsivos. Nem sempre é fácil identificar, geralmente animais tem suas manias e hábitos que somem com a mesma rapidez com que surgem, mas algumas manias podem se repetir com maior frequência e se agravarem conforme o tempo.
Animais que ficam muito tempo sozinhos tendem a desenvolver a compulsão.
Existem terapias, muitas vezes aliadas a medicamentos, que podem ajudar a tratar um comportamento compulsivo, mas nem sempre o resultado é garantido e satisfatório, portanto, a melhor forma de evitar o comportamento compulsivo em seu pet, é prevenindo.
Animais que ficam muito tempo sozinhos tendem a desenvolver a compulsão. Se é o caso de seu pet, ao sair, procure deixar um ambiente rico, com atividades e opções para seu pet se divertir, mesmo enquanto sozinho. Coloque brinquedos à disposição dele, espalhe petiscos em locais diferentes da casa, estimule-o a transitar por mais de um ambiente dando-lhe opções do que fazer. Por exemplo, os cães adoram brinquedos de borracha, espalhe alguns por mais de um ambiente. Se ele circula livremente por dentro de casa, coloque brinquedos atrativos e coloridos em mais de um cômodo, junto com alguns brinquedos, e principalmente nos locais onde você quiser que ele fique mais, coloque petiscos e ossinhos para que ele os encontre. Dessa forma, ele não será atraído por objetos perigosos e impróprios para suas brincadeiras, assim como não roerá móveis e outros objetos inadequados. Ele terá sempre o que distraí-lo e com segurança.
Já os gatos, por serem animais mais independentes, que se entediam facilmente e muito curiosos, além de terem a facilidade de subir em locais altos e se esconderem em gavetas e armários, pode ser mais difícil de mantê-los entretidos em um único lugar. Gatos exigem criatividade e paciência, principalmente quando filhotes. Ofereça opções para seu gato explorar. Brinquedos como túneis, arranhadores e bolinhas podem ser boas opções, mas muitas vezes poderá ser necessário trocar o arranhador de lugar, colocar uma caixa de papelão em outro cômodo e tudo isso aliado a alguns petiscos escondidos para que ele os encontre e faça sua própria brincadeira de caça-ao-tesouro. Se seu gatinho apresenta um comportamento compulsivo no sofá (por exemplo), coloque petiscos e um brinquedo atrativo longe do sofá. Deixe outros brinquedos próximos ao local de forma que atraiam mais o bichano do que o próprio sofá em si. A presença de um arranhador no braço do sofá, ou próximo a ele também será necessário para que o peludo não tenha necessidade de afiar as unhas no local proibido.
Os animais podem apresentar diversos comportamentos compulsivos, mas é importante observar se o comportamento desenvolvido afeta ou não diretamente a sua saúde.
Os animais podem apresentar diversos comportamentos compulsivos, mas é importante observar se o comportamento desenvolvido afeta ou não diretamente a sua saúde. Alguns comportamentos podem ser constrangedores ou desagradáveis apenas para nós humanos, como latir ou miar em excesso, andar em círculos, roer os móveis, comer tecido e etc, enquanto outros como arrancar os próprios pelos/penas, arrancar as unhas e coceira extrema, entre outros, podem causar lesões e infecções no animal, além de serem extremamente dolorosos para o animal.
Ao observar qualquer comportamento repetitivo em seu pet e suspeitar que possa ser uma compulsão, avalie se é um tipo de compulsão que possar prejudicar ou não a saúde do animal. Se não for prejudicial, avalie se é possível conviver com esta mania. Muitas vezes, impedir uma compulsão pode gerar outra mais grave. Caso não seja possível conviver com este comportamento do animal, comece a oferecer-lhe opções de entretenimento diferenciados, como citado acima e reduza aos poucos o contato com outros objetos semelhantes, por exemplo, se seu pet está comendo tecido, dê ursinhos e bichinhos em tecidos variados, aos poucos, substitua os bichinhos de tecido por outros de borracha, e varie nos brinquedos, oferecendo-lhe bolinhas, além de petiscos e biscoitinhos próprios para animais. O trabalho deverá ser gradativo, leva tempo e pode não apresentar os resultados esperados, neste caso, é recomendada a visita a um veterinário que poderá oferecer medicamentos ou terapias para auxiliar no tratamento da compulsão.
Note qual vem sendo sua atitude no momento em que o animal apresenta o comportamento compulsivo. Muitas vezes ele está fazendo isso de forma consciente, para chamar sua atenção e ganhar um brinquedo, carinho ou guloseima. Não premie seu animal durante a compulsão e não a interrompa com algo que ele provavelmente deve estar querendo. Deixe-o sozinho até que ele pare e apresente o comportamento desejado. Aí sim ele deve ser recompensado. Os petiscos utilizados no tratamento devem ser para atraí-lo à um lugar, e não para acostumá-lo a ter sempre algo lá. Mude de lugar os petiscos e reduza a quantidade aos poucos.
Os petiscos utilizados no tratamento devem ser para atraí-lo à um lugar, e não para acostumá-lo a ter sempre algo lá. Mude de lugar os petiscos e reduza a quantidade aos poucos.
Ao surpreender seu animalzinho em um comportamento compulsivo, faça um barulho incomodo ou deixe-o sozinho, sem atenção. Neste caso não lhe dê carinho, nem petiscos. Os sustos e o “NÃO” dito de forma firme, funcionam em muitos casos para a educação e condicionamento do animal, mas algumas vezes poderão causar mais stress, gerando outras compulsões, portanto é de extrema importância conhecer o perfil de seu pet e entender se este comportamento está acontecendo devido a um momento de sua vida, ou se a tendência é se tornar cada vez pior e mais grave.
Em caso de surgirem compulsões como arrancar o próprio pelo, auto-mutilação e outros comportamentos prejudiciais à saúde do seu pet, leve-o imediatamente ao veterinário.
O importante é sempre ter paciência e ajudar seu peludinho a entender o que é certo e o que é errado, além de dar-lhe muito carinho e atenção.
O tempo em que os animais de estimação moravam no quintal ou no jardim acabou. Agora, independentemente do tamanho, cães e gatos dividem espaço no sofá e até parecem os donos da casa. Sendo assim, se na hora de reformar ou decorar todos os cômodos merecem atenção, por que não planejar um espaço mais bonito e confortável para o seu pet? A designer de interiores Thaís Gil, do Design da Oca, diz que o ideal é criar um ambiente que garanta conforto ao animal, mas acompanhe a decoração e agregue valor a ela. “Com criatividade é possível alcançar um resultado incrível”, garante Thaís.
Mande fazer
A arquiteta Ariane Magna, da TG3 Arquitetura, sugere mandar construir um móvel com um nicho para colocar a almofada do bicho. “Pode ser um sofá com a lateral do braço vasada, uma mesa de centro com um compartimento especial ou embaixo de uma cadeira de balanço”, explica. No Brasil, ainda não existem lojas especializada em móveis como estes. Mas é possível encomendá-los lá fora. Sites como o Modernist Cat e o Den Haus disponibilizam várias opções para cães e gatos, como o aparador da foto. O preço é um pouco salgado, cerca de R$ 700.
“Uma opção para gastar pouco é utilizar nichos de mdf ao lado do sofá ou num canto de destaque. Escolha aqueles com maior profundidade, usados como mesa lateral, e disponha dentro dele uma almofada confortável e de cor e estampa que harmonizem com o resto da decoração”, diz Ariane.
E, por falar em tecidos, sabe aquelas caminhas de pano vendidas em pet shops? As arquitetas acham que elas são de mau gosto e estragam qualquer decoração. A solução é prática: trocar o forro por outro que combine com o restante do ambiente.
“Aqui vale o mesmo cuidado que temos na hora de escolher as almofadas para o sofá, por exemplo”, diz Thais. Ariane completa: “A grande vantagem desse tipo de caminha é justamente a possibilidade de combinar com o sofá, com as poltronas e os tapetes, além da mobilidade”.
Sustentabilidade
Reaproveitar objetos antigos está em alta. Além de sustentável, dar novas possibilidades a velhas peças pode garantir um móvel exclusivo e para lá de moderno.
A TV ou o monitor de computador que já não funciona mais pode virar abrigo para o gato. A carcaça ganha uma pintura descolada e o interior do objeto é descartado. No lugar, entra uma almofada bem fofinha para o conforto do bichano. Uma das metades daquela mala de viagem quebrada vira a cama do cachorro. Basta colocar dentro um travesseiro com uma fronha bem bonita.
Ariane chama a atenção para um detalhe bastante importante: “Evite flores de aroma forte e nunca utilize plantas tóxicas em ambientes com cães e gatos.”
Quem passou por uma das principais avenidas de Zhangzhou, em Fujian, na China, levou para casa umaemocionante história para contar aos amigos e parentes. Isso porque após sua companheira ser atropelada, um cão fez uma vigília de aproximadamente seis horas para a cadelinha.
Segundo testemunhas que passaram pelo local, o animal arriscou sua própria vida para ficar ao lado dafêmea morta e, algumas vezes, tentou reanimá-la com lambidas.
Em entrevista ao jornal Daily Mail desta quinta-feira (20-12), o pedestre Xiao Wu disse que a cena foi umas das mais emocionantes que já presenciou em toda a sua vida. “Se cachorro chorasse, diria que aquele bichinho desmoronou em lágrimas“, explicou.
Foram encontrados em frente ao Condomínio Marambaia dois cães machos, um vira lata e um labrador, super dóceis que parecem ser amigos.
Se alguém perdeu por favor entrar em contato conosco. Estamos procurando os donos ou alguém que deseja adotá-los. Os cães se encontram em nossa clínica Mundo dos Bichos Pet Center (3876.6042 - Av. Brasil, 618, Vinhedo- SP)
Por favor compartilhem até encontrarmos um lar para esses cães!
O diretor de arte João Pedro Unzer, 26, diz ter resgatado uma filhote de gato durante a passagem da tempestade Sandy, na segunda-feira. A gatinha estava no quintal da casa que divide com outros três amigos no Brooklyn, subúrbio de Nova York.
Por volta das 20h30 locais (22h30 em Brasília), um dos colegas de apartamento de João escutou um miado vindo do lado de fora da casa. Quando os dois saíram ao quintal, a filhote estava ao lado de outra gata, provavelmente a mãe, que tentava protegê-la dos ventos e da chuva forte causadas pelo fenômeno em um canto do prédio.
João disse que a filhote agonizava. "A gatinha estava no chão encharcada, quase morrendo. Pegamos, colocamos em uma sacola e levamos para casa."
No momento em que eles a pegaram, a mãe fugiu. Os dois não conseguiram resgatá-la durante a tempestade. João e o colega limparam a gata com água morna e a colocaram coberta do frio, ao lado de um aquecedor.
Os amigos batizaram o bichinho de Sandy, o mesmo nome dado por cientistas à tempestade.
João disse que teve dificuldades para alimentá-la, por ser muito pequena. "Tentamos dar leite para ela, mas, como era muito filhote, ela só sabia mamar mesmo."
Nesta terça-feira (30), João e os amigos decidiram levar Sandy ao veterinário, mas mudaram de ideia quando ouviram a mãe miar na porta da casa, esperando pela filhote. "Nós até pensamos em ficar com a gata, mas era tão pequena, que nós não teríamos condições de cuidar o tempo todo. Preferimos deixar com a mãe, que poderia amamentá-la."
Os quatro amigos improvisaram um abrigo para as duas gatas ao lado de um porão do apartamento, ao lado do quintal.
Muitos acham que é frescura, mas a falta de escovação da boca do seu cachorro causa mais do que mau hálito. Ela ajuda na proliferação de bactérias que criam as placas bacterianas e o acúmulo de tártaro. A doença periodontal pode causar ou piorar problemas em outros órgãos do corpo, como infecções no coração, doenças no fígado e nos rins.
Assim como nós, os cães podem desenvolver doenças na boca pela falta da escovação. As periodontopatias ocorrem de duas formas: gengivite e a periodontite, sendo essas as causas mais comuns de infecção oral e perda de dentes em cães.
Gengivite Trata-se da inflamação das gengivas, que pode se transformar em periodontite. Os sintomas da gengivite são sangramentos e vermelhidão da gengiva, desconforto e dor, além de dificuldade em mastigar qualquer alimento.
Periodontite Mais séria do que a gengivite, a periodontite é uma infecção que pode se espalhar pelos tecidos e pelos ossos em que as raízes dos dentes se prendem. O comprometimento destes ossos pode levar a perda dos dentes e é irreversível. “Os sinais mais frequentes de doença bucal são: mau hálito, vermelhidão e/ou sangramento, dor ao abrir a boca, salivação excessiva e presença de cálculo dental [tártaro]”, relata a veterinária Adriana de Ricio.
Quando ainda é filhote, a boca do cachorro estará sensível porque os dentes ainda estão nascendo.
Nessa fase, ele vai passar muito tempo roendo. É recomendável dar brinquedos mastigáveis ou biscoitos que ajudam a manter todos os dentes limpos.
Escolha a escova adequada ao tamanho do cachorro, com cerdas macias. Ele tentará mastigar a escova, mas não deixe. Se no início o cachorro não aceitar a escovação, para facilitar o processo, comece com a escova de borracha macia que se encaixa na ponta do dedo, com isso, você chega mais perto dos dentes do cachorro. “Para prevenção, a melhor maneira é a escovação diária, sempre com pastas e enxaguantes bucais à base de digluconato de clorexidina a 0,12%”, explica Adriana.
Se o seu pet aprendeu a confiar em você, se começou desde cedo a cuidar dos dentes dele, não vai se opor a abrir a boca. Entretanto, podem ser necessárias algumas vezes até chegar a esse ponto, mas tenha paciência e acaricie-o muito quando terminar. Segure com cuidado a boca do cachorro e escove os dentes delicadamente num ângulo de 45º. Escove de cima para baixo, na frente e atrás, tanto os dentes de cima como os de baixo, indo e vindo com a escova.
Limpe a ponta e a base de cada dente. Experimente começar essa rotina depois de ter brincado com ele, pois então é provável que você o tenha tocado pelo corpo todo e ele reconhecerá seu toque mais facilmente. Se ele ficou suficientemente cansado, aceitará com mais facilidade o que você tiver de fazer com ele. “Uma boa alimentação, com ração seca e ossinhos, ajuda no controle da formação de tártaro, mas nada substitui a escovação”, relata a veterinária.
Portanto, para manter a saúde de seu animal de estimação fazendo com que ele tenha mais longevidade, procure um médico veterinário para avaliação odontológica. Seu pet agradece!
É super conhecermos as fases da vida do nosso melhor amigo para poder compreendê-lo melhor e assim proporcionar uma vida maravilhosa para ele. Vamos lá?
Período neo-natal: do nascimento até 12 dias de vida É a fase em que o cachorrinho depende exclusivamente de sua mãe. Com esta idade ele não consegue controlar sozinho a temperatura de seu corpo, precisa de estimulação física para fazer xixi e cocô, e não vê ou ouve, mas já sente o cheiro da mãe.
Período de Transição: de 13 a 20 dias de vida Nesta fase o filhote passa por diversas mudanças físicas. Os olhinhos abrem, ele começa a “engatinhar”, ele já pode ouvir, e, por volta do 20o dia já aparece o primeiro dentinho.
Período de Reconhecimento: de 21 a 28 dias de vida Só agora ele começa a usar os seus sentidos de audição e visão. Ele pode reconhecer movimentos, e objetos. Ele precisa muito de sua mãe e irmãozinhos para se sentir seguro e, porque estas percepções sensoriais ocorrem de forma excepcionalmente abrupta, é muito importante que o ambiente em que ele vive seja calmo e estável.
Período de Socialização Canina: de 21 a 49 dias de vida É quando o filhotinho aprende os comportamentos específicos que fazem dele um cachorro. Por isso é tão importante não tirar o filhote da ninhada antes de 7 semanas de vida. É durante este período que ele aprende noções de higiene, respeito à hierarquia, e a ser disciplinado. Com os irmãozinhos ele aprende o jogo “dominante x dominado”
Período de Socialização com Humanos: de 7 a 12 semanas de vida Este é o melhor período para o filhote se juntar à sua nova família. Esta também é a melhor época para introduzi-lo às coisas que farão parte da sua vida. Por exemplo, automóveis, outros animais, crianças, idosos, sons, etc. Tudo aprendido nesta fase é permanente.
Primeiro Período do Medo: de 8 a 11 semanas de vida Neste período qualquer experiência traumática, dolorosa ou assustadora vai ter um impacto mais duradouro do que em qualquer outra fase da vida do animal.
Período do “rebelde sem causa”: de 13 a 16 semanas de vida É quando o pequeno meliante resolve testar toda a paciência dos seus donos. Ele vai tentar te morder, mesmo que pareça de brincadeira, dominar, e testar para ver quem será o lider da matilha. Este é o melhor período para iniciar o treinamento de Obediência Básica para Filhotes.
Período das “Escapadas”: de 4 a 8 meses de vida Se você ainda não ensinou ao seu filhote a vir quando chamado, este é o momento. Nesta idade ele desenvolve uma “surdez seletiva” que pode durar de poucos dias a várias semanas. É muito importante que os donos saibam como reagir nesta fase para evitar que seu cachorro se torne um eterno fujão.
Segundo Período do Medo: de 6 a 14 meses É quando o cachorro começa a ficar relutante em se aproximar de coisas ou pessoas novas ou até mesmo já conhecidas. O mais importante é que os donos não forcem o cão nestas situações, e nem tentem consolá-los, deixando que ele resolva sozinho que não há motivo para ter medo. O treinamento de obediência nesta época ajuda a construir a auto-confiança do cachorro.
Maturidade: de 1 a 4 anos de vida (varia entre as raças) Para a maioria das raças a maturidade (inclusive a sexual) ocorre entre 1,5 e 3 anos de idade, sendo que raças pequenas tendem a amadurecer mais cedo do que os cães gigantes.
Este período é normalmente marcado com um aumento na agressividade e um novo teste da autoridade do líder. O aumento da agressividade não é necessariamente uma coisa negativa. Muitos cães que eram excessivamente amistosos com estranhos passam a ser ótimos cães de guarda. Sem dúvida nenhuma, esta é uma ótima oportunidade para reforçar a liderança dos donos através de uma reciclagem no treinamento de Obediência Básica (agora para Cães Adultos).
Velhice: a partir de 7 anos Vários cuidados especiais são necessários nessa fase da vida. É bom estar sempre preparado para dedicar atenção especial ao seu amigo.
REFERÊNCIA Por: Claudia Pizzolatto – Treinadora e Especialista em Comportamento Canino Fonte: Lord Cão – Treinamento de Cães – http://www.lordcao.com
No alto dos Alpes Suíços, perto da fronteira com a Itália, existe um hospital chamado Hospice du Grand St. Bernard. Este monastério é um dos mais altos e antigos postos humano na Europa. Neste mesmo local os Romanos haviam construído um templo para Júpiter e no décimo século, Bernard of Menthon (depois canonizado com São Bernardo) construiu o hospital sob as antigas ruínas e dedicou a vida dele ajudando os peregrinos, pobres e necessitados, que viajavam nestas redondezas, rumando para Roma. Os monges de São Bernardo continuaram trabalhando para ajudar viajantes e para salvar as vitimas das avalanches e dos invernos inclementes. Por volta de 1707, os monges, sobrecarregados com os trabalhos, tiveram a idéia de empregar cães na busca e salvamento das vítimas. Estes cães deveriam ser dotados de um faro excelente, grande senso de direção, pelagem pesada e resistente as baixas temperaturas e corpos fortes e musculosos. Inicialmente os monges tentaram usar uma espécie de "viralatas" derivado de mastifes, mas em 1800 os monges já haviam estabelecido um canil com um programa próprio de criação, e passou a chamá-los de Mastifes Alpinos. Estes cães passaram a ser famosos mundialmente através das telas de um pintos de apenas 17 anos, chamado Edwin Landseer. Ë dele a famosa cena de São Bernardos socorrendo suas vítimas com um pequeno barril de conhaque atado ao seu pescoço. Na verdade estes cães nunca carregaram os pequenos barris. São muitas as lendas que cercam estes maravilhosos animais e seus resgates heróicos. Dizem que mais de 2.500 vidas foram salvas por estes cães que, segundo contam, usavam viajar em grupos e que quando uma vítima era encontrada, um São Bernardo deitava de cada lado da pessoa para mantê-la aquecida. Um terceiro animal punha-se a lamber a face, tentando reanima-la e um quanto animal retornava ao monastério para buscar ajuda. Um dos cães mais famosos, "Barry", salvou 40 pessoas e na sua 41 missão encontrou um fim trágico, quando a pessoa que ele estava tentando salvar matou-o num ataque de pânico. A partir daí, por volta de 1810, a raça passou a ser comumente denominada de Barry Hounds. Nesta época eles eram de tamanho moderado e todos com pêlo curto, mas em 1830 e na década seguinte a população canina do monastério estava quase acabando, devido a acidentes, doenças, cruzamentos entre parentes e invernos terríveis. Foi então que os monges decidiram cruzar seus cães com outras raças para reconquistar o vigor e saúde dos cães. De cruzamentos com cães da raça Terranova, eles ganharam o pêlo longo e o tamanho gigante e a forma que nós conhecemos nos São Bernardos de hoje. Logo os monges perceberam que os cães de pêlo longo tinham problemas com a neve que grudava em sua pelagem e então passaram a ficar com os cães de pêlo curto e mandar os outros para os vales da Suíça. Foi exatamente por isso que a raça se difundiu pelo mundo já que o monastério era muito isolado para que a raça pudesse ser apreciada por todos. A natureza do São Bernardo é calma e gentil, mas não podemos deixar de considerar que um cão deste tamanho deve aprender, desde cedo, a se comportar melhor do que qualquer Poodle Toy. Quando bem socializados, estes gigantes peludos aceitam bem a companhia de pessoas estranhas e até que gostam muito de ficar deitados perto de seus donos. Devido ao tamanho, eles precisam de grandes espaços para que consigam se exercitar propriamente, mas quando eles têm esta necessidade satisfeita são extremamente bem adaptados à vida num apartamento. São Bernardos são pouco reativos, ou seja, não são do tipo barulhento que se agita por qualquer coisinha. Quando chegam a fase adulta preferem ficar deitados, refletindo sobre os grandes atos heróicos de seus antepassados. Para conviver bem com crianças e outros animais, o melhor é introduzi-lo quando ainda filhotes, já que esta raça não é muito fã dos abusos que os pequenos humanos podem tentar submete-los, achando que estes cachorros são na verdade imensos bichos de pelúcia. Para treiná-los é preciso ser dócil e paciente, mas ao mesmo tempo firme. Aliás, treinamento deveria ser mantido como rotina na vida deste cães. Em hipóteses alguma seus donos deveriam deixar o cão perder os comandos de obediência básica, principalmente o "SENTA-FICA" e o "JUNTO", já que se um São Bernardo decidir arrastar uma pessoa, ele o fará sem dúvidas. Uma outra característica curiosa da raça é que o São Bernardo deve ter contato constante com seres humanos. Ao mesmo tempo que são muito leais e orientados para viver com pessoas, o São Bernardo, se deixado do lado de fora e sem interação, desenvolve rapidamente um distanciamento e independência que pode ser difícil de contornar.
A checagem é realizada por meio de pesquisa bioquímica do sangue e imagens, através da ultra-sonografia, do ecodopplercardiograma ou do eletrocardiograma.
A ultra-sonografia permite, em animais, a avaliação de órgãos abdominais como fígado, rins e o útero nas fêmeas, em tempo real e “in loco”. Este exame permite detectar várias anomalias, dentre elas inflamações, congestão, cistos, neoplasias, etc.
O ecodoppler, permite o diagnóstico precoce para indicação de tratamentos das diferentes cardiopatias. O eletrocardiograma computadorizado tem sua aplicação para diagnóstico de isquemias de miocárdio, desvio de eixo e arritmias.
Além desta tecnologia colocada a disposição da medicina veterinária, é fundamental que o dono siga corretamente o calendário das vacinações e ofereça ao animal uma alimentação balanceada, garantindo assim, uma qualidade de vida que proporcionará a longevidade.
O dono responsável é aquele que antecipa os cuidados para que, ao chegar à terceira idade, o animal não tenha graves problemas de saúde. Evitar atividades físicas de alto impacto e o peso em excesso são medidas importantes para impedir apareçam dores na coluna.
De acordo com especialistas, em algumas raças os problemas de coluna são mais freqüentes na terceira idade do que em outras. Cães com o corpo comprido e patas curtas como dachshund, basset, beagle e pequinês são os que sofrem mais com as dores na coluna, incluindo o famoso bico-de-papagaio.
Quem tem um cão na terceira idade, precisa se preocupar ainda mais com a alimentação, utilizando rações especiais para os animais idosos e fazer visitas periódicas ao veterinário .
Proporcionar ao animal um envelhecimento cercado de muito carinho é sinônimo de respeito a quem por muitos anos alegrou nossa vida, sem pedir nada em troca, sómente que não o deixasse abandonado a própria sorte, nos momentos mais difíceis de sua vida.